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Tipos de financiamento de carro: CDC, leasing ou consórcio?

Comprar um carro à vista nem sempre é possível. Por isso, quem pretende adquirir um veículo novo ou usado costuma pesquisar alternativas para parcelar a compra.

Entre as opções mais conhecidas estão:

  • financiamento por CDC;
  • leasing;
  • consórcio.

Mas existe uma diferença importante logo no começo:

nem todas essas alternativas são tecnicamente tipos de financiamento.

O CDC funciona como uma operação de crédito destinada à compra do veículo.

O leasing é uma modalidade de arrendamento mercantil: a instituição adquire o bem e permite que o cliente utilize o veículo durante determinado período, com possibilidade de compra conforme o contrato.

Já o consórcio funciona por autofinanciamento coletivo e exige contemplação antes da utilização da carta de crédito.

Por isso, decidir qual alternativa é melhor depende principalmente de:

  • quanto você pode dar de entrada;
  • quando precisa do carro;
  • quanto consegue pagar por mês;
  • custo total da operação;
  • prazo;
  • capacidade de esperar.

Atualizado em 8 de outubro de 2026 · Leitura de aproximadamente 13 min · Conteúdo informativo

Resposta rápida

Se você precisa do carro imediatamente, o financiamento por CDC costuma ser uma das alternativas mais diretas, desde que o crédito seja aprovado.

O leasing continua existindo no Brasil, inclusive com instituições de arrendamento mercantil registradas no Banco Central, mas possui uma estrutura diferente do financiamento tradicional: o bem pertence ao arrendador durante o contrato.

Já o consórcio pode fazer sentido quando você consegue esperar pela contemplação. Ele não cobra juros remuneratórios típicos de financiamento, mas possui taxa de administração e pode incluir fundo de reserva, seguro e reajustes.

De forma resumida:

AlternativaCompra imediataJurosContemplaçãoPropriedade durante o contrato
CDCNormalmente após aprovaçãoSimNãoComprador, com garantia sobre o veículo
LeasingUso após contrataçãoEstrutura financeira própriaNãoArrendador
ConsórcioNão garantidaNão funciona com juros de financiamentoSimApós aquisição, conforme estrutura e garantias

Quer comparar antes de decidir? Simule seu consórcio e veja se esperar pela contemplação faz sentido para o seu planejamento.

Neste artigo

  1. Quais são as principais formas de comprar carro parcelado
  2. O que é CDC
  3. Como funciona a entrada
  4. Por que o CET importa
  5. Como funciona o leasing
  6. Leasing financeiro e operacional
  7. Como funciona o consórcio
  8. Consórcio não é financiamento
  9. Qual opção permite comprar imediatamente
  10. Qual pode custar menos
  11. Carro novo ou usado
  12. Comparação entre CDC, leasing e consórcio
  13. Quando cada alternativa pode fazer sentido
  14. O que verificar antes de assinar
  15. Perguntas frequentes

Quais são os principais tipos de financiamento de carro?

Quando alguém pesquisa “tipos de financiamento de carro”, normalmente está tentando descobrir:

qual é a melhor maneira de parcelar um veículo.

No mercado, as alternativas mais conhecidas são:

CDC

Crédito concedido por instituição financeira para:

comprar o veículo.

Leasing

Contrato de:

arrendamento mercantil.

Consórcio

Sistema de:

autofinanciamento coletivo.

É importante fazer essa distinção porque o texto antigo colocava as três alternativas como se todas fossem:

empréstimos para comprar carro.

Não são.

O Banco Central diferencia empréstimo, financiamento e arrendamento mercantil. No financiamento, o crédito é concedido para comprar um bem específico; no leasing, uma instituição adquire o bem e cede seu uso por determinado período.

O consórcio, por sua vez, não é uma operação de crédito tradicional: os participantes se autofinanciam coletivamente dentro de um grupo.

financiamento-de-carro-tipos

O que é financiamento por CDC?

CDC significa:

Crédito Direto ao Consumidor.

É uma das formas mais conhecidas de financiar um veículo.

Na prática, uma instituição financeira libera o crédito necessário para a aquisição do automóvel e o consumidor paga:

prestações ao longo do prazo contratado.

O veículo normalmente funciona como:

garantia da operação.

O Banco Central explica que, nos financiamentos de automóveis, o bem adquirido costuma ser utilizado como garantia do contrato.

Como funciona o CDC para comprar carro?

Imagine que você pretende comprar um veículo de:

R$ 100 mil.

Você possui:

R$ 30 mil de entrada.

Então precisa financiar:

R$ 70 mil.

A instituição irá analisar:

  • seu cadastro;
  • renda;
  • histórico de crédito;
  • valor do veículo;
  • prazo solicitado;
  • entrada;
  • outras informações de risco.

Se a operação for aprovada, esses R$ 70 mil serão financiados.

Você passa a pagar:

principal + juros + demais custos da operação.

É possível financiar sem entrada?

Pode existir uma proposta que financie:

grande parte ou até a totalidade do preço do veículo.

Mas isso não é:

um direito do consumidor ou uma condição universal.

A aprovação depende:

  • da instituição;
  • do perfil do cliente;
  • do carro;
  • das políticas de crédito.

Portanto, não mantenha a frase antiga:

“você sai com o veículo mesmo sem dar entrada”.

O correto é:

algumas instituições podem oferecer financiamento sem entrada, sujeito à análise de crédito.

Quanto maior o prazo, maior será o custo?

Normalmente, aumentar o prazo faz com que os juros incidam:

por mais tempo.

Isso pode elevar o valor total desembolsado.

Mas não basta comparar:

quantidade de parcelas.

Também é necessário verificar:

a taxa e o Custo Efetivo Total.

O que é CET?

CET significa:

Custo Efetivo Total.

Ele reúne os principais custos envolvidos na operação, incluindo:

  • juros;
  • tarifas;
  • tributos;
  • seguros vinculados quando aplicáveis;
  • outras despesas cobradas.

O Banco Central determina que a instituição informe o CET nas operações abrangidas pelas regras, justamente para facilitar a comparação entre propostas.

Exemplo

Banco A:

juros de 1,49% ao mês

Banco B:

juros de 1,45% ao mês

À primeira vista:

B parece mais barato.

Mas, se B tiver:

  • tarifas maiores;
  • despesas adicionais;
  • seguro financiado;

o CET pode ficar:

maior que o do Banco A.

Por isso, compare:

CET contra CET.

Posso pagar quase o dobro do carro?

Pode acontecer em determinadas operações de longo prazo e com juros altos, mas não deve ser apresentado como:

uma regra geral.

O valor final depende de:

  • taxa de juros;
  • CET;
  • entrada;
  • prazo;
  • valor financiado.

Em vez de afirmar:

“um carro de R$ 30 mil pode acabar custando quase R$ 60 mil”

sem uma simulação real, é melhor:

calcular a proposta específica.

O carro fica no meu nome no CDC?

A compra é feita pelo consumidor, mas o veículo normalmente fica:

vinculado à garantia da operação.

Enquanto existir saldo devedor, haverá restrições ligadas ao financiamento.

Depois da quitação:

a garantia é regularizada conforme os procedimentos aplicáveis.

Posso vender um carro financiado?

Não é tão simples quanto vender:

um veículo totalmente quitado e livre de garantia.

É necessário tratar:

  • saldo devedor;
  • instituição credora;
  • regularização da garantia.

Antes de vender:

consulte o banco ou financeira.

Posso antecipar um financiamento?

Sim.

Em operações de crédito, a quitação antecipada pode reduzir:

encargos futuros, conforme as regras aplicáveis.

Por isso, quem recebe um dinheiro extra pode avaliar:

  • amortização parcial;
  • quitação.

Como funciona o leasing de carro?

Leasing é:

arrendamento mercantil.

O Banco Central explica que, nessa modalidade, uma instituição financeira compra o bem escolhido pelo cliente e permite:

seu uso por determinado período.

Durante o contrato:

a propriedade permanece com o arrendador.

Isso diferencia o leasing:

do financiamento por CDC.

Leasing é como aluguel?

Existe alguma semelhança na lógica de uso, mas chamar simplesmente de:

“aluguel de carro”

pode simplificar demais.

O correto é:

arrendamento mercantil.

O cliente usa o bem conforme as condições do contrato e pode existir:

opção de compra ao final.

Quais são os tipos de leasing?

O Banco Central diferencia:

Leasing financeiro

O cliente normalmente possui intenção de adquirir:

o bem ao final.

A opção de compra é prevista no contrato.

Leasing operacional

A intenção inicial pode ser:

utilizar o bem sem necessariamente comprá-lo.

Ao fim do contrato, podem existir alternativas como:

  • devolver;
  • prorrogar;
  • comprar pelo valor aplicável.

O leasing é só para empresas?

Não.

Pessoa física também pode:

participar de operações compatíveis, conforme oferta da instituição.

Porém, atualmente o leasing não deve ser apresentado como se tivesse:

a mesma presença no varejo automobilístico que o financiamento tradicional.

O Banco Central ainda lista sociedades de arrendamento mercantil em atividade em 2026, inclusive instituições ligadas a bancos e fabricantes.

Leasing sempre tem juros menores?

Não.

Essa afirmação do texto antigo:

precisa sair.

Não existe regra universal dizendo que:

leasing sempre custa menos que CDC.

No leasing financeiro também existe:

custo financeiro.

O próprio Banco Central explica que os pagamentos do leasing financeiro devem proporcionar à arrendadora retorno sobre os recursos utilizados, inclusive remuneração financeira.

Por isso:

compare o CET e as condições da proposta.

Leasing sempre tem parcela menor?

Também não.

Isso depende:

  • prazo;
  • estrutura do contrato;
  • valor residual;
  • custos;
  • veículo;
  • instituição.

Nunca escolha apenas:

pela parcela mensal.

O que é valor residual?

No leasing financeiro pode existir:

Valor Residual Garantido — VRG.

É um valor relacionado:

à opção de compra do bem, conforme contrato.

Esse item precisa ser compreendido antes da adesão.

Não olhe apenas:

a prestação mensal do arrendamento.

Como funciona o consórcio de carro?

O consórcio funciona de uma maneira bastante diferente.

Não existe:

um banco emprestando imediatamente todo o dinheiro para você comprar o carro.

Os participantes entram em um grupo e pagam as contribuições previstas no contrato.

Esses recursos alimentam:

o fundo do grupo.

A utilização da carta depende de:

contemplação.

Segundo o Banco Central, ela ocorre:

  • por sorteio;
  • por lance;

e depende da existência de recursos no grupo.

Consórcio é financiamento?

Não.

Essa é uma das principais correções do texto antigo.

Consórcio é:

autofinanciamento.

Por isso, o título “tipos de financiamento” pode continuar porque corresponde à linguagem de busca do consumidor, mas dentro do conteúdo precisamos deixar claro:

consórcio é uma alternativa ao financiamento, não um financiamento propriamente dito.

Consórcio cobra juros?

Não funciona com:

juros remuneratórios típicos do CDC.

Porém, isso não significa:

“você paga apenas o valor do veículo e nada mais”.

Essa frase antiga está incorreta.

Quais custos existem no consórcio?

Podem existir:

  • taxa de administração;
  • fundo de reserva, se previsto;
  • seguro, se previsto;
  • outras despesas admitidas no contrato.

O Banco Central exige que a prestação inicial seja discriminada, separando componentes como fundo comum, fundo de reserva, taxa de administração e seguro, quando houver.

Existe taxa de entrada?

Não deve ser apresentada como:

uma taxa genérica para “entrar no grupo”.

O Banco Central informa que não pode ser cobrada:

taxa de adesão.

Pode haver:

  • primeira prestação;
  • antecipação de parte da taxa de administração, nas condições permitidas.

A parcela do consórcio é fixa?

Não necessariamente.

O crédito possui:

regra de atualização prevista no contrato.

Se o valor de referência for atualizado:

a prestação pode mudar.

Portanto, não compare:

parcela atual do consórcio

contra:

parcela fixa do financiamento

sem verificar como cada contrato funciona.

Preciso esperar até o último mês?

Não necessariamente.

Você pode ser contemplado:

antes do encerramento do grupo.

Isso pode acontecer por:

  • sorteio;
  • lance.

Posso ser contemplado no primeiro mês?

Pode.

Mas:

não existe garantia.

Posso chegar ao final sem ter sido contemplado antes?

Pode acontecer de a contemplação ocorrer:

mais perto do fim.

Quem contrata consórcio precisa:

estar preparado para esperar.

Como funciona o lance?

Lance é:

uma oferta para disputar a contemplação.

Pode haver, dependendo do grupo:

  • lance livre;
  • lance fixo;
  • lance embutido.

Lance garante contemplação?

Não.

Nunca contrate com base em uma promessa como:

“com 30% você será contemplado”.

O histórico de lances pode:

servir de referência.

Mas não é:

garantia de resultado futuro.

O que é lance embutido?

É utilizar:

parte da própria carta de crédito

na oferta.

O valor utilizado no lance vencedor:

é deduzido do crédito disponível.

Exemplo

Carta:

R$ 100 mil

Lance embutido:

R$ 20 mil

Crédito disponível depois:

R$ 80 mil

Se o carro custa:

R$ 95 mil

o comprador ainda precisará:

complementar R$ 15 mil.

Consórcio é sempre a opção mais barata?

Não.

Essa conclusão do texto antigo:

não deve ser mantida.

O fato de o consórcio não possuir juros de financiamento não permite concluir automaticamente que:

sempre será financeiramente melhor.

É necessário considerar:

  • taxa de administração;
  • reajustes;
  • fundo de reserva;
  • seguro;
  • espera pela contemplação;
  • custo de oportunidade;
  • eventual lance.

Qual alternativa permite sair com o carro imediatamente?

CDC

Em geral:

sim, depois da aprovação, contratação e conclusão da compra.

Leasing

O cliente recebe:

o direito de uso do bem dentro do contrato.

Consórcio

Somente depois:

da contemplação e do cumprimento dos procedimentos para liberação da carta.

Essa diferença é uma das mais importantes na decisão.

E depois de ser contemplado?

A contemplação não significa:

dinheiro automaticamente disponível.

O contrato deve prever procedimentos para:

  • documentos;
  • avaliação;
  • garantias;
  • identificação do veículo;
  • pagamento ao vendedor.

A regulamentação também exige avaliação da capacidade de pagamento do consorciado na adesão e na contemplação.

Posso comprar carro usado?

CDC

Pode haver financiamento:

de veículos usados, dependendo da política da instituição, idade e condição do carro.

Leasing

Depende:

da operação oferecida.

Consórcio

Pode haver aquisição de veículo usado:

conforme as condições do contrato e da administradora.

Não existe uma única regra comercial de idade:

válida para todas as empresas.

Financiamento de carro novo ou usado: muda alguma coisa?

Pode mudar bastante.

Instituições podem aplicar condições diferentes conforme:

  • idade do veículo;
  • valor;
  • entrada;
  • perfil do cliente;
  • prazo;
  • risco da operação.

Um carro mais antigo pode:

  • ter prazo menor;
  • exigir entrada diferente;
  • ter taxa diferente;
  • nem ser aceito por determinada instituição.

Por isso:

faça a simulação do veículo real.

CDC, leasing ou consórcio: qual é melhor?

Não existe uma opção universalmente melhor.

CDC pode ser interessante para quem:

  • precisa comprar imediatamente;
  • foi aprovado;
  • possui entrada;
  • encontrou CET competitivo.

Leasing pode ter aderência quando:

  • existe oferta adequada;
  • a estrutura de arrendamento faz sentido;
  • o uso do veículo dentro dessa modalidade é desejado.

Consórcio pode fazer sentido quando:

  • você consegue esperar;
  • não depende de uma data certa;
  • encontrou taxa de administração competitiva;
  • aceita reajustes;
  • entende a contemplação.

Comparação: CDC x leasing x consórcio

CritérioCDCLeasingConsórcio
NaturezaCréditoArrendamento mercantilAutofinanciamento
Compra imediataNormalmente sim após aprovaçãoUso do veículo após contrataçãoNão garantida
ContemplaçãoNãoNãoSim
JurosSimHá custo financeiroNão possui juros remuneratórios típicos
CETDeve ser analisadoAplicável em operações abrangidasNão funciona como CET de crédito
EntradaPode haverDepende do contratoNão funciona da mesma forma
Propriedade durante contratoComprador, com garantiaArrendadorDepende da fase/operação
SorteioNãoNãoSim
LanceNãoNãoPode existir
Data da compraMais previsívelContrato de usoIncerta antes da contemplação
Taxa de administraçãoNão é a estrutura típicaNão é taxa de consórcioSim
ReajusteConforme contratoConforme contratoPode existir
Melhor para urgênciaMaior aderênciaDependeMenor aderência

Como comparar CDC corretamente?

Peça ao banco ou financeira:

  • valor financiado;
  • entrada;
  • prazo;
  • taxa mensal;
  • taxa anual;
  • CET;
  • valor de cada parcela;
  • valor total a pagar.

O Banco Central orienta que o CET seja usado justamente:

para comparar propostas de crédito.

Como comparar leasing?

Analise:

  • prazo;
  • pagamentos;
  • CET, quando aplicável;
  • propriedade;
  • valor residual;
  • opção de compra;
  • condições de devolução.

Não escolha apenas porque:

“a mensalidade ficou menor”.

Como comparar consórcio?

Verifique:

  • valor da carta;
  • prazo;
  • taxa de administração total;
  • fundo de reserva;
  • seguro;
  • reajuste;
  • tipos de lance;
  • regras de contemplação;
  • garantias pós-contemplação.

Exemplo: comprador que precisa do carro agora

Imagine que você conseguiu:

um novo emprego

e precisa do carro em:

20 dias.

Nesse cenário, um consórcio ainda não contemplado apresenta:

um problema de prazo.

Mesmo que tenha custo competitivo:

não existe garantia de contemplação em 20 dias.

Um financiamento aprovado pode:

ter maior aderência.

Exemplo: comprador planejando troca futura

Agora imagine que:

  • seu carro atual está funcionando;
  • você quer trocar daqui a três anos;
  • não existe urgência.

Nesse caso:

consórcio pode entrar com mais força na comparação.

Você consegue:

  • participar do grupo;
  • formar recursos para um lance;
  • esperar.

Exemplo: comparar somente a parcela

Opção A

CDC:

R$ 1.900 por mês

Opção B

Consórcio:

R$ 1.300 por mês

Isso não significa:

que o consórcio é automaticamente melhor.

Pode haver diferenças em:

  • prazo;
  • crédito;
  • reajuste;
  • taxa;
  • disponibilidade imediata do carro.

Compare sempre:

produto completo.

É melhor dar uma entrada maior?

No CDC, uma entrada maior normalmente reduz:

o valor que será financiado.

Consequentemente, pode reduzir:

o volume total de juros e encargos, dependendo da proposta.

Mas não use:

toda a reserva de emergência

só para aumentar a entrada.

A compra do carro também traz despesas como:

  • seguro;
  • documentação;
  • manutenção;
  • combustível;
  • impostos.

O carro cabe no seu orçamento além da parcela?

Essa pergunta é tão importante quanto:

qual financiamento escolher.

Considere:

  • prestação;
  • seguro;
  • IPVA;
  • combustível;
  • manutenção;
  • estacionamento;
  • pneus.

Um financiamento aprovado:

não significa automaticamente que a compra é confortável para sua renda.

O que verificar antes de assinar um financiamento?

Instituição

Verifique:

  • banco;
  • financeira;
  • contrato;
  • canais oficiais.

Taxa

Não olhe apenas:

“juros a partir de”.

CET

Veja:

o custo real da operação.

Prazo

Quanto maior:

mais tempo você permanece comprometido.

Valor total

Pergunte:

“quanto terei pago no final?”

financiamento-tipos-de-carro

O que verificar antes de fazer consórcio?

  1. administradora autorizada pelo Banco Central;
  2. valor da carta;
  3. prazo;
  4. taxa de administração;
  5. fundo de reserva;
  6. seguro;
  7. reajuste;
  8. sorteio;
  9. lance;
  10. garantias;
  11. desistência;
  12. restituição.

Não escolha só pela propaganda

Frases como:

“financiamento sem entrada”

ou:

“consórcio sem juros”

não são suficientes para decidir.

Pergunte sempre:

quanto custa no total e quando terei acesso ao veículo?

Essas duas perguntas eliminam grande parte da confusão.

Perguntas frequentes

Quais são os tipos de financiamento de carro?

O financiamento tradicional por CDC é uma das principais operações de crédito para compra de veículo. O leasing é arrendamento mercantil. O consórcio costuma entrar na comparação, mas tecnicamente é autofinanciamento, e não financiamento.

O que é CDC?

É o Crédito Direto ao Consumidor utilizado para financiar a compra de um bem, como um veículo.

Financiamento CDC tem juros?

Sim.

Por isso é importante comparar:

taxa e CET.

O que é CET?

É o Custo Efetivo Total, que reúne juros, tarifas, tributos e outras despesas da operação.

Posso financiar sem entrada?

Pode haver ofertas sem entrada, mas:

depende da análise e das condições da instituição.

O que é leasing?

É um arrendamento mercantil em que a instituição adquire o bem e concede seu uso ao cliente durante determinado período.

O carro fica no nome de quem no leasing?

Durante o contrato:

a propriedade pertence ao arrendador.

Leasing tem juros menores?

Não existe regra universal.

Compare:

o custo concreto da proposta.

Consórcio é financiamento?

Não.

É:

autofinanciamento coletivo.

Consórcio tem juros?

Não possui juros remuneratórios típicos de financiamento.

Mas possui:

taxa de administração e possíveis outros custos.

Consórcio paga somente o valor do carro?

Não.

Essa afirmação está incorreta.

A parcela do consórcio pode mudar?

Sim.

O valor pode ser atualizado:

conforme a referência prevista no contrato.

Consórcio permite comprar o carro imediatamente?

Não existe garantia.

Primeiro é necessário:

ser contemplado.

Posso ser contemplado no primeiro mês?

Pode.

Mas:

não há garantia.

Lance garante contemplação?

Não.

Lance embutido diminui a carta?

Sim.

Qual é melhor: financiamento ou consórcio?

Depende principalmente:

  • da urgência;
  • do custo;
  • do prazo;
  • do seu orçamento.

Qual é melhor para quem precisa do carro agora?

O financiamento aprovado normalmente oferece:

maior previsibilidade de compra imediata.

Qual é melhor para quem pode esperar?

O consórcio pode:

entrar com mais força na comparação.

Conclusão

Quem procura os tipos de financiamento de carro costuma encontrar três nomes:

  • CDC;
  • leasing;
  • consórcio.

Mas é importante separar:

modalidades diferentes.

O CDC é uma operação de crédito.

A instituição financia a compra do veículo e o consumidor devolve:

o valor financiado acrescido dos custos do contrato.

Antes de assinar, compare:

CET, entrada, prazo, parcela e valor total.

O Banco Central recomenda utilizar o CET porque ele reúne:

juros e demais despesas da operação.

O leasing é:

arrendamento mercantil.

A instituição é proprietária do bem durante o contrato e concede:

seu uso ao arrendatário.

Ao final, as possibilidades dependem:

da modalidade e das condições contratuais.

Já o consórcio não é financiamento.

É:

autofinanciamento coletivo.

Ele pode ser interessante quando:

  • você consegue esperar;
  • não precisa do veículo imediatamente;
  • aceita a incerteza da contemplação;
  • encontrou um plano competitivo.

Mas retire do texto antigo a ideia:

“no final você paga exatamente o valor do carro e nada mais”.

Existem:

  • taxa de administração;
  • possíveis fundos;
  • seguros;
  • reajustes.

Outro ponto que precisa sair é:

“leasing sempre possui juros e parcelas menores que CDC”.

Essa conclusão depende:

da proposta concreta.

Não existe modalidade universalmente mais barata.

A comparação mais segura é:

Se precisa do carro agora

Analise:

CDC e outras linhas de crédito disponíveis, olhando principalmente o CET.

Se existe uma proposta de leasing adequada

Compare:

custo, prazo, propriedade e opção de compra.

Se consegue esperar

Inclua:

consórcio na comparação.

No final, a escolha não deve ser baseada apenas em:

“qual possui a menor parcela?”

Compare:

quando você recebe o carro + quanto paga + por quanto tempo + quais riscos assume.

Essa é a forma mais segura de decidir.

Consegue esperar pela contemplação? Simule seu consórcio e compare carta, prazo e parcela antes de escolher entre consórcio e financiamento.

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Sobre o conteúdo

Redação Consorcio.org

Conteúdo atualizado em 8 de outubro de 2026, com base nas orientações atuais do Banco Central sobre empréstimos, financiamentos, arrendamento mercantil e Sistema de Consórcios.

As fontes atuais confirmam que:

  • financiamento é crédito destinado à compra de um bem;
  • leasing é arrendamento mercantil e a propriedade do bem fica com o arrendador durante o contrato;
  • existem leasing financeiro e operacional;
  • sociedades de arrendamento mercantil continuam registradas no Banco Central em 2026;
  • o CET reúne juros, tarifas, tributos e demais despesas da operação de crédito;
  • consórcio é autofinanciamento coletivo;
  • a contemplação ocorre por sorteio ou lance;
  • lance embutido reduz o crédito disponível;
  • a prestação do consórcio pode incluir taxa de administração, fundo de reserva e seguro, quando previstos.

Este conteúdo é informativo. Taxas de juros, CET, entrada, prazo, critérios de aprovação, taxa de administração e demais condições variam conforme instituição, administradora, cliente e veículo. Consulte a proposta e o contrato antes da contratação.

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